A relação entre mulheres e tabagismo





As meninas que se tornam adeptas do tabagismo durante a adolescência podem estar elevando seus riscos de desenvolverem osteoporose


O estudo Impacto do tabagismo na saúde feminina — divulgado em 2013 pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) — traz uma compilação de dados do mundo inteiro sobre os prejuízos provocados nas mulheres por causa do hábito de fumar. Entre as constatações, está a de que, na Europa, os casos de câncer de pulmão vão ultrapassar os de câncer de mama até 2015. Uma estimativa que reflete o aumento do número de fumantes do sexo feminino nos anos 1960 e 1970 — uma geração que, só agora, sente as consequências.

Descobriu-se nos últimos três anos que as mulheres são mais sensíveis aos efeitos do tabaco. Na prática, elas metabolizam as substâncias psicoativas do cigarro mais rapidamente. Assim, para sentir os efeitos dessas toxinas, elas precisam fumar quantidades maiores.

-O público feminino é o mais atingido por problemas gerados pelo fumo. No Brasil, enquanto os homens, cada vez mais, têm conseguido largar o cigarro, o número de mulheres tabagistas só aumenta: hoje, são cerca de 10 milhões, segundo o IBGE.
-O cigarro é, atualmente, responsável pela morte de 40% das mulheres com menos de 65 anos no país.
-O fumo passivo seria responsável pelo aumento dos partos prematuros, segundo estudo feito na Universidade de Hasselt, na Bélgica.
-Segundo pesquisadores da Universidade de Milão, na Itália, o câncer de pulmão vai ultrapassar o de mama entre as mulheres europeias até 2015.
-Cerca de 1/3 dos adolescentes brasileiros experimentam tabaco antes dos 12 anos e o percentual de meninas que começam a fumar antes dos 15 anos é 22% maior do que o de meninos.
-O tabagismo feminino deve dobrar entre 2005 e 2025.
-Mundialmente, cerca de 250 milhões de mulheres são fumantes, a maioria nos países desenvolvidos, onde a ação da indústria do cigarro foi mais precoce.
-A pesquisa Vigitel 2010 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) demonstra três principais preocupações sobre o tabagismo no Brasil: a pauperização, a juvenilização e a feminização.
-A dependência da nicotina provoca efeitos deletérios únicos no cérebro das mulheres, diminuindo a circulação de estrogênio, o que torna o cérebro mais suscetível a lesões cerebrais isquêmicas.
-Vários estudos canadenses foram realizados, tentando relacionar o tabagismo e o câncer de mama. Conforme esse relatório, existem cerca de 20 carcinógenos no cigarro associados ao câncer mamário.
-O tabagismo é um reconhecido fator que eleva o risco de câncer de colo de útero, proporcional ao número de cigarros fumados por dia.


A relação entre mulheres e tabagismo A relação entre mulheres e tabagismo Editado por saude.chakalat.net on 13:25 Nota: 5

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