'Fumômetros' ajudam na luta contra o cigarro






 

Em Santos, três aparelhos parecidos chamam a atenção – não pelo teste, mas pelos resultados. São os fumômetros, equipamentos que medem a quantidade de monóxido de carbono presente no pulmão.

Oficialmente, o bafômetro do cigarro se chama monoxímetro. Apesar de causar curiosidade, ele ainda não será usado para testes nas ruas nem penalizará quem estiver na escala de risco. Será de uso exclusivo dos pacientes de combate ao tabagismo da Prefeitura.

Cerca de 90 pessoas já foram atendidas e, após o 4º encontro, 71% largaram (ao menos temporariamente) o cigarro. Os inscritos participam de sete sessões: quatro semanais, duas quinzenais e uma mensal. Nos primeiros quatro eventos são discutidos temas como os motivos de fumar e como se manter longe do vício. Depois há encaminhamentos, como ocorreu com Alzira Vieira Lisboa, auxiliar de limpeza de 52 anos.

Ela começou a fumar aos 14 anos e, há meses, passou de três maços a três unidades de cigarro por dia, com a ajuda do grupo. Teve uma recaída e percebeu que precisa de psicólogo. Fez o teste do fumômetro, que acusou 13 pontos. 

O resultado é considerado um sinal vermelho. Pela tabela, de 1 a 6 são os resultados de pessoas que não fumam. De sete a 10 inicia o risco; de 11 a 20 é preciso cuidado e de 21 a 30 pontos considera-se o paciente com muito monóxido de carbono no organismo.



'Fumômetros' ajudam na luta contra o cigarro 'Fumômetros' ajudam na luta contra o cigarro Editado por saude.chakalat.net on 13:02 Nota: 5

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