Atuação da enfermagem no tabagismo do idoso





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A atuação do enfermagem na prevenção do tabagismo é muito importante. O tabaco é a segunda causa de mortalidade no mundo, sendo responsável pelo desencadeamento de doenças cardiovasculares, déficit cognitivo, diminuição da função respiratória e disfunção osteoarticular, que adquirem maior significado com o avançar da idade.

Fumar é um desvio do comportamento muito difundido em todo o mundo e também no Brasil. Estima-se em torno de 1,4 bilhões o número de fumantes no mundo todo, consumindo cerca de seis trilhões de cigarros por ano. O Tabagismo é um fator agravante para a saúde da população senil sendo responsável por diferentes co-morbidades, por sofrimentos e mortes prematuras, por um custo social e financeiro alto para as instituições de saúde
Os benefícios com a interrupção do hábito de fumar sejam maiores entre os jovens, o abandono do cigarro em qualquer idade reduz o risco de morte e melhora a condição de saúde, espera-se um aumento de dois a três anos na esperança de vida, após abandono do cigarro, entre idosos com 65 anos ou mais de idade, que fumam até um maço de cigarros por dia.

As intervenções de enfermagem tem como objetivo conhecer os malefícios diretamente ligados ao consumo do cigarro, os principais fatores que dificultam o abandono do vício e a abordagem da equipe de saúde, bem como as intervenções de enfermagem realizadas contra o tabaco.
A enfermeira deverá utilizar de contra-argumentos que convenção o idoso sobre a qualidade de vida que o abandono do tabaco proporcionará á sua vida como um todo. Para essa orientação é necessário que não se perca de vista vários pontos importantes como outros hábitos culturais, ambiente, nível de escolaridade, conhecimento sobre estado de saúde e possíveis complicações, o posicionamento da família e o apoio da mesma na mudança do hábito de fumar.

Para se fazer qualquer planejamento estratégico visando à abordagem e controle do Tabagismo na Terceira Idade, é necessário conhecer os motivos pelos quais os idosos fumam, a influencia do ambiente familiar e socioeconômico cultural sobre eles, os aspectos da dependência nicotínica, as inter-relações das comorbidades tabaco dependentes como fator determinante na manutenção da qualidade de vida, e, por fim, procurar de maneira criteriosa, uma melhor maneira de tratar este idoso fumante, valorizando sempre a terapia cognitiva comportamental como eixo principal na condução do tratamento.


Para os idosos persistentes deve ser passada a mensagem de que o tabagismo é para todos excepcionalmente em algumas pessoas, incompatíveis com o envelhecimento saudável e compromete a expectativa de vida mesmo em casos de longevidade extrema.



Atuação da enfermagem no tabagismo do idoso Atuação da enfermagem no tabagismo do idoso Editado por saude.chakalat.net on 13:08 Nota: 5

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